O Combo!



Érr...

Houve uma época, na minha santa ingenuidade que eu acreditava [de verdade] que se A gosta de B e B gosta de A, então já é! A e B vão ficar juntos e vai rolar um felizes para sempre... Entretanto, da teoria a prática a coisa é um pouco mais delicada.

Esse final de semana três pessoas conhecidas passaram por situações relacionadas ao seus respectivos relacionamentos, tal qual um filme, eu acabei circulando entre essas histórias, algumas vezes mais ativamente outras apenas como expectador. Felizmente, apesar das turbulências, no fim do domingo todos estavam bem,  mas fiquei matutando sobre algumas coisas...

Seja começar um relacionamento, seja consolidá-lo, há sempre questões a serem postas sobre a mesa e a grande questão é... E agora José?!

Até que ponto as diferenças sociais, culturais, de visão de mundo mesmo, podem interferir em um relacionamento? Sempre entendi que um relacionamento é um exercício de negociação, em algumas coisas cedemos, em outras marcamos posição e se ajeitar direitinho todo mundo fica feliz. Mas nem sempre é assim e mais que isso, há um limite de diferenças que um relacionamento pode suportar?!

Vale a pena entrar em um relacionamento quando essas diferenças parecem abismos?

Só sei que nada sei... mas depois preciso escrever melhor sobre isso...  ;)

Enfim, dito isso, vale registrar que não estou em nenhuma relacionamento, mas ando querendo aderir! E só para constar, em relação ao colega do projeto (do outro post) era só uma observação mesmo, como era previsto, nunca mais tive notícias, projeto novo, novas paixões! ;-)  (Mas se a outra coleguinha fura zóio for esperta, deveria dar-lhe uma boa chave de perna, acho válido!... eheheh)

Agora, tempo de fechar malas e pegar a estrada...

Grande semana a todos! 

13 comentários:

Eduardo de Souza Caxa disse...

Acho que o grande erro é acharmos que relacionamentos existem para encotrarmos felicidade e paz. Relaionamentos existem para nos relacionarmos e ponto final. E "relarcionarmos" é com tudo que o pacote engloba: alegria, tristeza, decepção, admiração, ficar junto, ficar sozinho.

Luiz Carlos Lucas disse...

Momento histórico: primeira vez que concordo com o Edu! Em tudo! (rs)

Interessante quando estamos no domínio pleno de nossa razão, né! O discurso sai liso, reto. Dureza é quando o “maldito coração” (rs) entra na parada. Então, mesmo que, desde o início (obviedade escancarada!) “saibamos” que não vai dar certo, lá vamos nós no tchibum degringolante da dita relação e, como sói acontecer, não dá.

Latinha disse...

Jesus, o que foi que eu fiz... ehehehe

Então, concordo com os dois! Mas... de novo, a prática não é tão simples... eu queria saber quanto essas diferenças podem causar interferência nesse "relacionarmos". Porque dai acabamos resvalando em outras coisas, orgulho, preconceitos, pré-julgamentos, ....

Jose Soares disse...

Meu Deus...... Edu e Lucas concordando!
Latinha , você é a besta do apocalipse!!!!
rsrsrs

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

Ah o tal relacionamento. Um projeto que realmente não é fácil. Quantos conflitos, quantos abismos, quantos momento em que não vemos outra saída, quantos momentos quantos momentos. No entanto fazer o que? Entendo que em alguns casos não há o que fazer mas na maioria há sim. É acreditar que o projeto é grande, que somos capazes e seguir. O amor transforma em si mesmo, a afeição se torna forte, as conquistas nos marcam. Os abismos desaparecem assim como em determinado momento apareceram ... Não é fácil mas requer coragem e despojamento. Quem não se ater a estas exigências estará fadado ao fracasso em todos os que se aventurar, mas se acreditarmos tudo pode ser possível.

Beijo grande querido.

Luiz Carlos Lucas disse...

Graças ao bom Deus que não apareceu o “basta se permitir!”... quer dizer, por enquanto! (rs)

Eduardo de Souza Caxa disse...

Respondendo ao "até que ponto": isso depende da maturidade de cada um e dos dois. Você vê coxinhas e petralhas sendo amigos? Apenas quando/se conseguem "discutir" de maneira civilizada e não apenas "conviver" com a opinião contrária, "tolerá-la", mas ouvi-la, ponderar sobre ela, contra-argumentar ou mudar de opinião e vice-versa. Mesma coisa pra relacionamentos amorosos.

No mundo real isso anda bem impossível fora dos palácios budistas, então eu diria que se for pra não ter dor-de-cabeça, escolha um afim. O mais afim que possa encontrar, pelo menos nas Grandes Questões (política, religião e futebol)

Eduardo de Souza Caxa disse...

(nas questões de lazer - música, teatro, livros, filmes, passeios) a diferença é boa, ajuda.

David® disse...

Momento histórico [2]: concordo com Edu e Luca

Cristiano disse...

Uma vez minha colega de faculdade disse: "Amar não é tudo"

Nunca esqueci!

No Limite do Oceano disse...

Espero que a semana tenha sido boa, calma e gratificante.

Se pensarmos bem são poucas as coisas na vida que nos fazem cair numa espécie de negociação, e quanto ao abismo, se ele existe, se as diferenças parecem como um o melhor é ir mergulhar para outra praia.

Abraço

Sara com Cafe disse...

relacionamentos são complexos. relações humanas podem ser catastróficas.
também tinha essa imaginação que se as pessoas se gostam, tudo resolvido, mas o universo não é bem assim, infelizmente =(

Três Egos disse...

Acho que não custa nada tentar, e se não der certo, paciência, as diferenças foram mais fortes... Rs

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