Muito prazer...

#resgatados

Amar é uma ação!

Gosto dessa definição de amor! A primeira vez que a ouvi foi em uma palestra, de acordo com o autor muitas pessoas confundem uma série de coisas com o "amor"... Gostamos de pensar que o amor é algo especial ou diferente, que nos causa algum tipo de sensação. Mas na grande maioria das vezes estamos falando de energia condicionada, insegurança, medo, carência .... e por ai vai.  

Mas para o autor, e eu ultimamente tenho abraçado essa visão, o amor de verdade, é algo que surge no momento em que conhecemos a pessoa e que vai durar mesmo quando aquela pessoa não está mais conosco. Afinal, o desejo que aquela pessoa seja feliz, independe de estarmos ou não com a pessoa! Assim, não existira de fato uma distinção entre "amores" de amigos, de irmãos ou o amor romântico como falamos, o que "muda" é a distância que há entre as pessoas.

Quanto mais próximo a pessoa é de nós, mais "complicado" se torna lidar com as implicações desse sentimento...Óbvio que estou dando um "bela" simplificada aqui e nem pretendo reproduzir tudo... mas foi o que ficou para mim.

Se tiver curiosidade, você pode olhar o vídeo clicando AQUI.

Até ai... tudo bem, tá tranquilo, tá favorável. Entendi a definição, até comecei a aplicar, mas queria saber onde está a parte que ele fala sobre como lidar com a parte "... de quando a pessoa não está mais conosco."   

;-)

3 comentários:

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

Para emoções nada melhor que a simplicidade ...

Eduardo de Souza Caxa disse...

Nesse sentido, tenho certeza de que amei/amo/amarei. Inclusive a você! Gracias pelo convescote - gostamos de verdade! :-)

Luiz Carlos Lucas disse...

bla, bla, bla (rs)... resumindo o que acredito seja o amor (ainda vou escrever mais a fundo sobre isso): a) todo sentimento tem um correlato físico/químico em nosso cérebro, ou seja, o coração não acelera, o estômago não sente aquele “friozinho” e outras coisinhas mais, sem que ocorra a formação de um circuito neural, via de regra um circuito de recompensa; b) como tal, o amor vicia (rs), basta conversar sobre o que sente quem está amando e quem é um adicto; c) como os circuitos de recompensa trabalham com especial fervor, nosso córtex pré-frontal entra em modo “devagar, quase parando”... de onde a minha máxima “obscurecendo a razão, o amor emburrece”. Tem muito mais, enfim, é por aí... rs

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