Rusty

E você se dá conta que pode estar exagerando um pouquinho, quando se dá conta que tá meio complicado de enxergar o teclado do computador porque está escurecendo e você passou o sábado inteiro trabalhando, com direito a tirar um cochilo de 15 minutos, "descangotado" em uma cadeira, após o almoço. Essas últimas semanas tenho trabalhado igual gente grande e acho que eu estava um pouco enferrujado, mas é o que tínhamos para o momento, e o pior de tudo, fiquei feliz porque eu consegui resolver uma treta maligna! ehehehe

Agora o ponto alto da semana foi o bendito do horário de verão, como fala uma frase que eu ouvi certa vez em uma reunião: Eu fiquei mais perdido que filho de puta no dia dos pais!

Confesso que não gosto muito da frase, meio machista, meio esquisita, mas enfim, ela define exatamente como eu me sinto nas primeiras semanas do horário de verão! blép :P
Só para ter ideia do meu estado, teve um dia dessa semana que eu acordei, tomei banho, me arrumei e fui para a cozinha preparar o café... como estava com fome, fiz ovos mexidos (que ficaram bem apetitosos por sinal), coloquei a mesa, me sentei, e.... Cadê o café?! Pois é, eu "só" esqueci de fazer café! PQP!.

Mas no fim, tudo dá certo, e a sexta chegou! 
No meio da confusão, às vezes precisamos parar e nos lembrar que nem só de trabalho vive o homem, a coisa foi decidida meio que em cima da hora, mas acho que era para ser,
tudo deu certo, o restaurante estava mais acolhedor naquela noite, ao redor da mesa rostos conhecidos, um bom vinho, boa comida e entre muitas histórias, planos e risadas, um café forte fecharia a noite!

Foi legal, um daqueles encontros que no final a gente sai com o ânimo renovado. E no mais, nada de muito novo na fronteira, continuo esperando que algumas sementes germinem, e assim, vamos que vamos! 



Hasta breve! :-)


My Oblivion

"A mensagem chegara com alguns anos de atraso, mas ainda assim o deixou feliz pelas palavras que ali encontrou, ao pensar por quantas vezes esperou por elas, se deu conta de que muito tempo passou desde a última vez que se falaram. Contudo, de forma alguma aquele fora um silêncio magoado ou ferido, era apenas o silêncio tranquilo daqueles que já resolveram, ou então, que não se resolveram, mas que escolheram soltar ao vento tudo aquilo que não mais pertencia a eles...

E talvez por isso mesmo, por terem sido cultivadas na sombra amiga da amizade, longe do calor do momento e com a calma e sabedoria que só o tempo trás, que aquelas poucas linhas pareciam ter um sabor tão adocicado. Sorrindo de canto de boca, balançou a cabeça para os lados, enquanto pela janela via as pessoas passando apressadas naquele dia quente, apesar de ter erguido umas das sobrancelhas, como costumeiramente faz, não disse nada. Apenas tomou o último gole de café, enquanto fechava o computador.

Por fim, lembrou-se que no final, a última palavra e por sinal a mais dura, havia sido dele, dele! Quem diria... Dureza que foi ao chão quando, em uma noite, reconheceu os números que chamavam em ligação pelo telefone, era um momento de grande perda e tristeza para o outro, e por isso mesmo fez o que pode, e que sabia que o outro também faria por ele, mas nunca mais se olhariam no fundo dos olhos.

Talvez um dia, quem sabe, sentem para um café, talvez não...  

Afinal é assim que os amigos fazem."



"...Dá-me tempo de acertar nossas distâncias"

(FERNANDO PESSOA)

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Espero que todos estejam bem e não tem sucumbido a esse calorão do demo que tem feito por aqui, início da semana vi o termômetro chegar aos 43 graus, coisa que a muito não via.

Então, entre mortos e feridos, ao final da semana parece que todos vão se salvar, por isso, aproveitando uns minutos antes de ir embora para casa, resolvi dar uma fuçada no bloguinho e achei esse post, ainda "não publicado" e meio incompleto, talvez seja um bom momento para deixá-lo "ir".

E assim vamos que vamos, Hasta breve!

Mi Sueños

...
Eu não tenho nada pra dizer
Também não tenho mais o que fazer
Só pra garantir esse refrão
Eu vou enfiar um palavrão
...
(NADA A DECLARAR, Ultraje a Rigor)

Na verdade é mentira! Estou trabalhando igual gente grande e por isso estou "levemente" enrolado nessas últimas semanas. Mas eu não queria deixar passar mais uma semana sem postar, relendo o meu último post, fiquei imaginando quando daquele "garoto" ainda existe nesse blogue, quanto dele já cresceu, se os sonhos e desenhos continuam os mesmos... Acho que isso pode render alguns comentários. Enfim...

No meio tempo vai uma musiquinha que eu ouvi outro dia na rádio dos hermanos e que me deixou "suspirante"... 

Hasta breve! ;-)

(ENREDAME, Fonseca)

O Desafio

Pois é, vocês nem sabiam que eu tinha ido, mas eu voltei!!! :-)

Ando meio enrolado com o trabalho, também precisei fazer algumas viagens e, por fim, porém não menos importante, acho que eu estava precisando de uns dias para mim. Problema é que, ando sendo atropelado pelos dias e isso me deixa meio angustiado também...

Mas, de volta à nossa programação normal, vou retomar respondendo ao desafio que a Madi me fez, adoro essas coisas e aproveito para pedir desculpas pela minha péssima educação e pela demora na resposta. Depois coloco as visitas em dia e espero voltar ao ritmo normal de postagens, ou não... :P

Vamos lá!

1 - Como surgiu a ideia do blogue e por quê?

Então... ser um blogueiro nunca um objetivo para mim, na verdade, eu desconhecia a existência dos blogues até o ano de 2006. Naquele ano, pela primeira vez, eu me vi atraído por um outro "garoto", dono de um sotaque muito bonitinho (meio carioca, meio "tuga"), ele foi o primeiro homem por quem de verdade me vi interessado.

Era todo um novo mundo para mim! Resumindo a história, eu aprenderia que Príncipes até existem, mas o final nem sempre é feliz... depois da "ascensão e queda do Império Romano", eu me vi as voltas com um torvelino de emoções sem saber ao certo o que estava acontecendo. A caixa de pandora havia sido aberta e eu não sabia fechá-la, não sabia como lidar com aquilo e também me sentia extramente inseguro para sair pelo mundo.

As coisas foram crescendo, crescendo e eu via hora que ia explodir, tamanha a minha angustia e ansiedade naqueles dias, até que de alguma forma eu fui parar em um blogue. Finalmente alguém que me entendia! Devorei os posts, venci a timidez e comecei a comentar... a ideia do meu próprio blogue veio logo depois, mas eu ainda teria que vencer minha timidez e minha tendência a não querer falar sobre mim.

Esse blogue veio a sair do ar, nunca pude contar o quanto ele me ajudou, cheguei a escrever para o e-mail do blogue, mas nunca tive resposta. Pouco tempo depois nasceu o meu bloguinho, aos poucos a timidez foi dando lugar a vontade falar, de ser visto e escutado... e cá estamos! 

Quem tiver paciência, vou deixar abaixo os links para os meus primeiros posts "de verdade", que contam como nasce o Latinha.








2 - O nome dele tem algum motivo específico?

Tomada a decisão de ter um blogue, surgiu um impasse... eu não tinha macheza suficiente para assinar meu nominho nas postagens, mas que nome dar para o Blogue??? Passei alguns dias pensando nisso, até que por alguma razão cheguei ao Tin Man, o Homem de Lata da história do Mágico de Oz.

Se por um lado eu fui precoce para um bocado de coisas, para as questões do coração, eu sempre fui meio lerdo, por uma série de razões eu acho que demorei mais para me "ligar", e mesmo assim... digamos que eu nunca fui lá muito ousado. Eu vi meus amigos se apaixonarem, casarem, fazerem loucuras, em nome do tal do "amor"...  E eu lá, faceiro! Era como se eu foi imune a tudo aquilo, como se eu não tivesse coração.

Então me pareceu adequado assumir a personagem do Tin Man! O Homem de Lata!
Bastaram alguns posts, para o Edu "supimpamente" me chamar de Latinha, e então eu resolvi adotar o apelido, nasceu assim o Blogue do Latinha.

3 - Já se meteu em problemas por causa do blogue?

Não. Nunca tive problemas por conta do blogue.

4 - O que o blogue te trouxe de bom desde a origem dele?

Confesso que o primeiro benefício que ele me trouxe foi poder me entender melhor. Mas a grande verdade é que uma das melhores coisas que já me aconteceram na vida, foram os amigos que eu conquistei através do blogue... e fico feliz em dizer que não foram poucos!

Muito de quem sou hoje, eu devo ao blogue! E é por isso que ele ainda existe, não que eu esteja assim "nadando de braçada", mas gosto da possibilidade que cada post me traz, de repente um novo comentário, um link para um novo mundo... 

5 - Já teve tua privacidade invadida por causa do blogue?

AHUAHUAAH Eu ia dizer que tirando o Douglas, que vez por outra publica minha foto "de verdade", eu nunca tive um problema de privacidade! Confesso que em algumas ocasiões talvez eu tenha sido mais invasor que invadido, mas juro que foi sem querer.

Em relação a privacidade, acho que hoje, muito poucas pessoas não sabem quem eu sou "de fato"! O Latinha ainda existe porque eu gosto muito dele, ao longo desses anos ele de certa forma "cresceu" e tem sua vida... Ainda não estou pronto para me despedir dele! :-)


Madi, espero ter cumprido a tarefa a contento!

Se alguém tiver alguma pergunta, por favor, fique a vontade para deixá-la nos comentários [ehehehe].  Supostamente eu deveria indicar cinco pessoas para repassar o desafio, mas vamos fazer um combinado!? Quem por aqui passar e sentir vontade responde ao desafio, só avisa aqui nos comentários para podermos saber, certo?

Bom, agora é por as visitas em dia e aos poucos vou colocando as postagens "em dia"!

Hasta breve.

Make a Wish

Eu já estava na segunda metade da minha graduação, hora de começar a tentar entrar no mercado de trabalho, a meta era arrumar estágio! Era um tempo estranho para mim, boa parte da adolescência eu havia falado que seria médico, contudo, entre uma prova de segunda fase e outra, eu prestei vestibular para um curso de exatas, e... passei! Até bem colocado diga-se de passagem... Como eu não fui aprovado nos vestibulares de medicina, instalou-se uma grande dúvida, enfrentar um ano de cursinho ou fazer o curso que eu havia sido aprovado? Eu optei pela segunda escolha, não me pergunte por qual razão, só sei que foi assim

Costumo brincar que só me formei porque, no primeiro dia de aula, me sentei próximo às pessoas "certas", talvez se tivesse sentado algumas fileiras atrás, estivesse até hoje na faculdade! Mas aquele pessoal se tornariam meus melhores amigos naquele período, a maioria deles já trabalhava, uma das garotas já era formada em Administração, o outro já tinha feito curso técnico, talvez por isso eu me sentia motivado a ser inteligentão também. Um dia preciso contar isso melhor, mas no fundo, olhando bem... tive que reconhecer que eu possuia desde criança "as habilidades" necessários para aquele curso, por isso até que eu acabei me saindo bem, no curso que eu acabei escolhendo nos 45 minutos do segundo tempo, meio que por acaso. :P

E foi assim que naquele ano eu precisava começar a trabalhar, meu primeiro estágio foi em uma empresa pequena, em Valinhos, onde eu era estagiário apenas para efeito de pagamento, pois trabalhava e respondia como gente grande. Aprendi um bocado... Depois surgiu a chance de ir para uma empresa grande, multinacional, usar gravata!!! Lembro que eu queria muito, muito mesmo passar naquela seleção. Fiz toda a seleção, provas, dinâmicas, entrevistas, fui eliminado na penúltima etapa... fiquei arrasado! 

Tempos depois eu ouviria uma frase:

Dizem que quando os deuses querem nos castigar, eles atendem aos nossos pedidos! 

Pois é... se meus pedidos tivessem sido atendidos, eu hoje seria Pediatra, provavelmente teria um Corola prata - apesar que eu gosto mais do Civic e tenho certeza que continuaria usando minhas botinhas, porque não curto aquele sapatinho branco. Mas é bem provável que eu não tivesse chegado ao final do curso, muitas vezes eu não consigo ter o distanciamento necessário para poder desempenhar bem uma função dessas... Lembro quando uma pessoa próxima a mim, que estudava Fisioterapia, perdeu um paciente, um garoto que ela acompanhou durante semanas na UTI, ele teria alta em um ou dois dias... Mas naquela manhã, quando ela chegou encontrou o colchão do berço virado... ele havia tido uma piora durante a noite... Nunca pude esquecer o choro sentido dela... Mas, enfim... reportemos ao fato! Acho que não ia rolar .

Também tenho que reconhecer, que se eu tivesse sido aprovado naquela seleção que eu tanto desejava, não teria tido em alguns poucos meses depois a chance de ter sido aprovado em uma outra seleção, dessa vez para um importante Centro de Pesquisa na época e vivido uma experiência que mudaria completamente a minha forma de encarar o trabalho, de ver o mundo... Muito do profissional que eu sou hoje, eu devo aquele período que passei no "famoso Prédio 11". Isso sem mencionar que seria lá, o lugar escolhido para eu encontrar aquela que seria a minha melhor amiga de sempre!!!

[Tempo presente]

Fiquei pensando nisso porque tenho acompanhado a saga de uma colega de trabalho com quem tenho um relacionamento muito próximo, ela desejou muito conquistar uma oportunidade e por conta disso, está prestes a embarcar para um temporada no exterior. Era o desejo dela! Inclusive nos aproximamos mais ainda, porque acabei ajudando no processo que ela participou, visto que havia alguns "pontos de aderência" entra a minha área e a área que ela está ingressando, tanto que ela brinca que vai me fazer ir para também...

Desejo atendido, deveria ser sinal de festa, certo!? Talvez, mas a verdade é que ao longo desses meses de preparação para a sua ida, tenho acompanhado alguns desgastes na relação dela com alguns familiares, por conta da tensão da mudança de área, de país, da ansiedade e das próprias questões de ordem prática envolvidas. 

Não pude deixar de pensar que ela queria tanto a oportunidade, que aquilo deveria ser uma possibilidade tão interessante para todos e principalmente uma fonte de alegria, mas que se ela não se cuidar, tal momento pode se tornar em um foco de grande problema. Tentei alertá-la, com jeitinho, sobre isso...

E como quando a gente aponta um dedo para o coleguinha, três outros dedos apontam para nós... também não pude deixar de pensar, nos meus "desejos"... e em até que ponto devemos persegui-los! ;-)

Enfim... vai saber... de qualquer forma, meditar eu irei! 

Que possamos fazer dessa uma boa semana! ;-)

Abração.

"Era uma pessoa igual a cem mil outras pessoas. Mas, eu fiz dela um amigo, agora ela é única do mundo"

Para curtir a tarde...

Porque hoje é sexta-feira...

E, não sei por que razão eu passei o dia assim... 
E, porque a noite está quente...
E, porque as ruas estão com um movimento atípico, um frenético vai e vem, que na verdade nem me importou muito...

E, porque já que você está sem um par, você fica ali, sentado no cantinho, olhando os outros dançando, enquanto mexe o gelo dentro do copo, displicentemente com o dedo enquanto se perde nos pensamentos, até sentir a garganta queimar enquanto sorve mais um gole.



Esse bolero, Tu me Acostumbraste, é citado no conto Aqueles 2 do Caio Fernando Abreu, que é um conto que eu gosto muito e que fuçando essa semana eu acabei reencontrando, relendo, e ficando assim... ;-)

Quem quiser ler o conto, favor clicar AQUI Ó !!!

Me amarrei na voz dessa cantora... 
Um ótimo final de semana a todos .

El Latón! ;-)

(Só para ninguém achar que eu estou perdido em algum casino no Paraguai, são 20h30 e eu [ainda] estou trabalhando, bem.... deveria, né? :P)

11 x 11 (Onze Perguntas e Onze Respostas)

Dia desses o Mark, do blogue As Aventuras de Mark, publicou esta postagem em respondia ao desafio de responder onze perguntas, achei as perguntas simpáticas e vou entrar na onda também e deixar uma versão "Latinha", fica o convite para quem quiser participar! 

Então, vamos que vamos

1. O que você não sai de casa sem?

Apesar de trabalhar com tecnologia, às vezes me desapego da tecnologia e gosto de sair livre, leve e solto. Pode ser um pouco de neura minha, mas eu (quase) nunca saio de casa sem um "plano", não sou um ser tão liberto a ponto de sair de bobeira por ai, eu até queria, mas nunca deu muito certo. Geralmente eu já saio com as coisas meio planejadas, onde ir, o que fazer, quanto tempo pretendo fazer.... 

2. Qual é o seu animal favorito?

Essa é fácil: Cachorro!!! Eu os adoro, principalmente os da raça Boxer, adoro o temperamento deles e são ótimos parceiros para assaltos à cozinha.

3. Qual é o seu sapato favorito?

Eu sou fã de botas (boots), sabe aqueles sapatinhos "de engenheiro" como eu brinco?!  Pois é, quase sempre você me acha de jeans, essas botinhas e camisa (ou camiseta polo também). E quanto aos sapatos sociais, nunca fui fã dos solados de couro, sempre preferi os de borracha e tenho uma queda por estilo Oxford.

4. Produto de maquilhagem indispensável?

Então... tem duas coisas que eu sempre uso, que não acredito que se enquadrem como maquiagem, mas é protetor solar no rosto e creme para as mãos (sou desses!).

5. Qual é o seu maior sonho?

Eu estou naquele pacote básico, e por que não piegas, mesmo. Fazer um bom trabalho, conseguir fazer umas viagens, ter alguém para esperar ou alguém para me esperar no final da noite... Alguém para deitar a cabeça no colo e ficar conversando sobre bobeiras... "só isso"! Ah! E world peace! É claro. :P

6. Qual o seu maior defeito?

Meu maior defeito... Eu sou "meio" ansioso, isso as vezes me atrapalha. Mas acho que meu maior defeito é ser "zen rebelde", eu posso ir aguentando um bocado de coisas, calmamente. Mas vai ter um dia, que eu amanheço com "o burro amarrado" - como dizia meu avô, que eu vou sair rodando o machado por aí.

7. O que é que mais lhe irrita nas pessoas?

Então, cada caso é um caso... mas ingratidão é algo que me incomoda bastante.

8. O que mais gosta de comer?

Via de regra eu não tenho problemas com comida e estou sempre aberto às possibilidades. Normalmente prefiro frango e peixe a carne vermelha, mas não sou radical. Uma coisa bem simples e que gosto bastante é colocar lascas de bacalhau, uma porção generosa de cebolas (eu gosto das roxas), azeitonas pretas (portuguesas, por favor) e cobrir tudo com uma porção generosa de um bom azeite extra-virgem... com um arroz branquinho, fica bom hein....

9. Doce ou salgado?

Para que a gente vai brigar?! Vamos se juntar, doce e salgado ué.

10. O que te deixa feliz?

Fico feliz quando tenho a chance de compartilhar um momento bom com meus amigos, com minha família, aquele momento que você olha ao seu redor, observa seus amigos ou sua família, muitas vezes rindo, brincando e naquele instante você sabe que aquele foi um momento bom. Quando isso acontece eu fico muito feliz! 

11. Escolha cinco blogues para responderem a este desafio.

Fica o convite para quem por aqui passar, a responder essas perguntas... achei bacana.

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Que possamos dessa uma boa semana! ;-)

No mais, hora de por os óculos de sol (com grau, por que eu sou meio cegueta), abrir a janela do carro (para deixar o vento ir bagunçando os cabelos) e ouvir uma musiquinha...



(ai ai) Inté.

Esquisoterices (ou não! Vai saber) :P

Não me lembro bem, se eu li ou se me contaram, enfim! Fato é, que de alguma forma eu fiquei sabendo que poderíamos ver a vida como uma espiral ascendente, começamos em um ponto e conforme vamos "evoluindo", ou nos desenvolvendo, crescemos e essa espiral vai se expandindo. Assim, determinados momentos ou situações, podem ser encarados como "provas" e ao sermos bem sucedidos, damos início a um novo ciclo de crescimento ou desenvolvimento, entretanto, se por alguma razão falhamos, ficamos de alguma forma bloqueados naquele nível. A própria vida se encarregaria de nos apresentar novamente aquele "desafio", até que, em algum momento, tenhamos condições de superá-lo. Tudo bem que eu estou simplificando a n-ésima potência as coisas, mas acho que já deu para entender a ideia da coisa toda. Não sei o fundamento, ou mesmo se é verdade, mas por algumas vezes, eu já tive a sensação de que isso poderia ter lá seu fundo de verdade.

E dai estava eu pensando... Algum tempo atrás, estava eu fazendo Doutorado em uma importante instituição, um bom desempenho até então (sou desses!) e tudo parecia caminhar bem, entretanto, apesar de ter cumprido todos os requisitos, eu acabaria desistindo no final, não apresentei minha tese ("só isso!"). Por alguma razão, o trabalho não deslanchou, os resultados não vieram e a coisa toda simplesmente não engrenou, eu acredito que poderia até ter apresentado (talvez eu devesse ter apresentado), mas justamente por ter feito as coisas do jeito que devia, eu tinha consciência que o trabalho não estava adequado e não era digno de ser apresentado.

Me lembro da última conversa tête-a-tête com o meu orientador. Já era comecinho da noite, apenas eu e ele no laboratório, calmo de uma forma que eu acho que nunca mais vou ficar na vida, muito tranquilamente agradeci pelo tempo dele, pedi desculpas pela forma como estávamos "terminando" e disse que apesar de tudo, no fundo me sentia estranho, pois na época do nosso primeiro encontro, ele havia me perguntado o que eu buscava. Pois bem, naquele dia, tudo o que eu havia mencionado, eu havia de certa forma conquistado, que aquela não era a forma como eu tinha imaginado chegar ao final, mas que o título nunca fora o objetivo para mim, por isso não tinha receio de desistir. Acredito que quase derrubei o velhote da cadeira, imagino que ele esperava que eu fizesse algum tipo de apelo, mas creio que ele não esperava que eu dissesse aquilo - acho que nem eu! 

E foi assim que eu afundei bonito, igual ao Titanic, sem música erudita tocando, mas com pompa, circunstância e artigo publicado, é bem verdade que ele talvez pudesse ter me dado uma mão, quando a coisa começou a fazer água, mas não o culpo. Foi uma época meio complicada para mim também. De qualquer forma, foi um pequeno passo para qualquer pessoa, mas um passo gigantesco para aquele garoto que, desde o pré-primário, nunca havia reprovado em nenhuma disciplina, em uma noite eu virei uma espécie de "nerd renegado". Maior reflexo disso tudo, acho que foi um sentimento de vergonha que eu carreguei por algum tempo, estranho como podemos ser nosso pior carrasco, ninguém me falou nada sobre isso, meus chefes entenderam, tive o apoio da família e amigos, que provavelmente acharam que eu estava ficando mais maluco do que normalmente já sou, mas eu meio que tinha aquela sensação de que meus filhos iam nascer marcados! Bobeira e preconceitos meus... eu admito.

Tempo presente... Uma conjunção de fatores me leva novamente a um projeto de doutorado, há alguns bons meses venho alinhavando uma observação, que virou uma ideia e que a essa altura já é praticamente uma hipótese. E assim, algumas conversas, reuniões e viagens depois, encontrei algo que me parece bastante promissor, tanto que na última reunião ouço que devo começar a me informar sobre os processos de seleção... Vai começar tudo de novo!


Agora, advinha qual é o primeiro nome na lista de lugares para onde eu provavelmente vá?! Pois é, a volta do filho pródigo ou o bom filho a casa torna?


É bem verdade que a coisa toda começou diferente dessa vez, apesar do cenário ser um velho conhecido, são novos personagens e acredito que eu mesmo estou diferente. De qualquer forma, me parece que é hora de fazer contas com o passado e de enfrentar velhos fantasmas... 

Não que eu seja tão apegado assim a essas coisas, mas não pude deixar de relembrar tudo, até porque, como a vida tem um senso de humor bem interessante, meu futuro "endereço" pode vir a ser literalmente na frente do meu antigo laboratório... Seria isso uma nova prova?! O fechamento de um ciclo? Pelo jeito, ano que vem vai começar tudo de novo, e talvez seja adequado invocar o meu Momento Obama!



No meio tempo, eu tenho feito por merecer meu salário, mas como trabalho sem diversão fazem do Latinha um chatão, é tempo de também de colocar o bloco na rua, viagens à vista!!!. Falar nisso, alguém tem uma fantasia de Ovelha para emprestar?! ho ho ho

Então, nzé?! Eu não sou assim huge fã da Milley Cyrus, mas a letra dessa música me chamou a atenção desde a primeira vez que eu a ouvi, como a versão original é bem bonitinha, mas meio açucarada... Vou apelar para essa versão em que o mocinho canta muito bem também! cof cof cof. Já comentei com vocês que tenho um certo fraco por sotaques, nzé?! ;-)

Inté.

Brinquedos de Natal

Garotos e seus brinquedos! Dia desses tava dando uma geral no maleiro do guarda-roupas e acabei encontrando alguns poucos brinquedos que eu ainda guardo. Tem uma coisa que eu sempre tive uma grande dó, foi minha coleção de carrinhos de ferro, os famosos Matchbox, toda vez que meu avô paterno ia ao Paraguai ele trazia para mim, assim cheguei a ter quase 30 carrinhos! Não me lembro deles na verdade, mas nunca pude esquecer de um laranjinha não sei por que razão! Eu era muito pequeno na época, e muitos dos meus coleguinhas nunca devolveram os carrinhos que "emprestaram" de mim... 

É uma pena, queria ter tido a ideia de guardá-los!

Mas meu primeiro presente de Natal, foi um Xereta, um brinquedo da Estrela que imitava um cachorro e pasmem, tinha movimento! Era igualzinho esse da foto, você puxava uma corda que imitava uma guia e o cachorro andava conforme a corda ia sendo recolhida, meus pais contam que eu pequeno ficava muito brabo, porque queria que o cachorro andasse do meu lado e obviamente não dava! :P

Um dos brinquedos mais caro que tive foi um Ferrorama XP 300, me lembro que era todo um protocolo para podermos montar "e tinha que ter cuidado para brincar!" :-)   Eu já era "maiorzinho" na época do Ferrorama, então ele ainda existe, eu até hoje ele repousa em uma pratileira no famoso "quartinho" lá de casa. Já que os carrinhos não sobreviveram, a intenção era deixar o tremzinho para os filhos, mas na atual conjuntura estou achando que meu sobrinho vai ser o herdeiro oficial. Mas me lembro com carinho, de ficar horas e horas deitado no chão do quarto ou da sala brincando.

Acho essa bicicleta foi um dos últimos presentes "brinquedo" de Natal que eu efetivamente ganhei, eu já era um Latinha entrando na adolescência e essa, bicicleta era minha fiel escudeira nas "missões". Levei um tombo homérico uma vez com ela, tenho uma cicatriz na parte posterior da coxa por conta desse tombo... Mas que era bom, era! 


Como dizia minha avó, "A Ordem é rica, mas os Frades são muitos!". Na verdade, minha família não é rica, e além de mim havia minhas duas irmãs, mas nunca tive nenhum "trauma" por não ter ganhado isso ou aquilo (tinha o Pégasus - um carrinho de controle remoto, e claro, o Autorama!). Mamita e Papito nesse aspecto sempre conseguiram nos ensinar desde cedo que o lance não era ganhar o presente, mas o momento.

Olhando daqui para atrás, como eu gostava da expectativa daquela noite... lembro de um Natal, acho que foi um dos último em que eu ainda acreditava em Papai Noel, em que depois da ceia, meus pais nos chamaram para ir ver a rua, ver o movimento... Minha irmã, se preocupou em deixar uma rabanada, fomos caminhando até a esquina de casa, vendo o movimento. Ao voltarmos, encontrei meu caminhão "da Super Máquina" embaixo da árvore, não é que ele tinha passado enquanto a gente saiu?! Quase o pegamos!!! ;-)

A maior parte dos meus brinquedos eu fui me desfazendo ao longo dos anos, crianças carentes, filhos de faxineiras, foram ficando com eles... espero que aqueles brinquedos tenham feito eles tão felizes quanto me fizeram. O Ferrorama eu nunca tive coragem de dar, agora que meu sobrinho se prepara para chegar, penso que vai ser um bom momento de vê-lo partir também... (Porém, para todos os efeitos, ainda tem um ônibus que anda sozinho e que está mocado no fundo do maleiro! Para quando der um momento de saudades!) [ehehehe]

Às vezes eu gosto de fuçar nas gavetas, nos maleiros e ver o que eu acho "de antigamente"... É sempre uma fonte de ótimas "viagens". Vocês sabem qual foi o primeiro presente de Natal de vocês?!

Uma grande semana! 

"A maior parte da nossa vida, é uma série de imagens.
Elas passam pela gente como cidades numa estrada.
Mas algumas vezes, um momento se congela, e algo acontece.
E nós sabemos que esse instante é mais do que uma imagem.
Sabemos que esse momento, e todas as partes dele...
irão viver para sempre."

Adelante

Essa é a minha visão no exato momento em que escrevo esse post.


Estou aguardando um amigo e como ele gentilmente me avisou que está uns 30 minutos atrasado, resolvi tentar escrever algo pelo celuleco mesmo. Como dá para ver, estou "en Paraguay", pode até soar "xiqui", mas não necessariamente é algo extraordinário, quase todos os dias costumamos almoçar em um shopping que há aqui - na verdade é uma mega loja, onde é possível comprar di um tudo, e onde há uma praça de alimentação muito bacana.  

Tinha vindo almoçar, aliás, já almocei com meus amigos imaginários, dai ele me ligou pedindo uma carona, então aguarda-lo-ei para o café e retornarmos para "a Firma". 

Meu planejamento semanal foi para as cucuias, maior parte do que imaginei fazer, não rolou. Primeiro tive que ajudar uma amiga a recorrer de um parecer desfavorável e depois, quando achei que a coisa ia engrenar, fui "convidado" para em uma reunião do juízo final, daquelas em que a única coisa que me lembro hoje é que quem fez o café, devia ser mandado embora! Oh trem ruim, mas a danada da reunião durou uma tarde inteira!

Mas surpresas bacanas aconteceram, uma reposta que eu aguardava chegou e foi bem "auspiciosa", agora é correr para fazer o que foi pedido, mas, se minhas perspectivas continuarem a se confirmar, eu penso que será bem bacana e ainda me ajuda a dar um norte para minha carreira - eu estava meio que voando no que costumo chamar de "vai doidão". 

Além de bonita, a quinta-feira está meio preguiçosa por aqui e como eu vou ficar até mais tarde, já dá para prever que vai ser uma longa tarde... :P

E o amigo fanfarrão ainda não chegou... Tecnicamente eu posso matá-lo, não é!? Mas, considerando que vou ficar sem lugar para almoçar, então, melhor aguardar mais um pouco

Inté!

(21AGO - 13h30)

Enquanto isso...


Domingo, né?! Era para eu escrever algo interessante, na verdade eu comecei a escrever "algumas coisas", mas nenhuma delas vingou adequadamente, por isso, vou aceitar a derrota e dar o dia por perdido. Mas vou tentar voltar a postar com maior regularidade, tenho umas coisas que andam me rondando, espero que elas tomem corpo nos próximos dias.

Tem sido uma época de bastante trabalho, que conste dos autos, que na última sexta-feira eu sai "da Firma" perto das 23h00 inclusive, entretanto, o mais legal é que foi, com o perdão da palavra, um puta de um dia! Daqueles em que temos a certeza que fizemos bem o nosso trabalho! Mas, como alegria de pobre dura pouco, faltou aquele alguém esperando quando eu chegasse em casa, para ganhar um colinho especial. Por isso, tive que me contentar com uma caneca de vinho mesmo, pois é, sou desses que bebe vinho em caneca. :P

Na proa, algumas viagens à vista, vai que... ;-)

Abração e uma grande semana! 

Um Nós!

Acredito que como na maioria das casas, na minha também existe uma pasta em que se guardam vários documentos importantes, lá é possível encontrar a minha primeira carteira do convênio médico, do clube, meu cartão de vacinação (ele ainda existe!), certidão de nascimento, escrituras e tudo mais, vale registrar, que também há uma outra pasta, quase uma "malinha", com as famosas fotos de família... ehehe

Dentre os diversos documentos, há um pequeno envelope branco e nele repousa uma carta, escrita de próprio punho por aquele que dentro de pouco mais de um mês se tornaria meu pai! É uma carta bem bacana... quem sabe um dia eu compartilho ela aqui. 


Meu pai, é um daqueles caras que saiu a luta pelo o que queria, venceu as adversidades, que não foram poucas, construiu uma família, uma carreira bacana e soube me transformar "em gente", tenho muita admiração por tudo isso!!! Nosso relacionamento nem sempre foi fácil, muitas vezes ele foi bastante duro e exigente, mas no fim tudo deu certo, nunca houve falta de respeito e principalmente de amor.

Ele tem muita dificuldade de lidar com questões mais emocionais, talvez pela própria geração dele, talvez pelo fato de ter crescido sem a minha avó (que faleceu quando ele tinha apenas 9 anos), mas ele sempre procurou ser um pai presente, preocupado e amoroso, meio que do jeito dele. Até hoje, ele sempre está lá quando preciso e como bom pai e filho, quase sempre discordamos de tudo [ehehe], já trocamos palavras mais fortes em algumas ocasiões, mas nada realmente sério, às vezes gostaria de sentar e conversar mais, mas... ele nunca entende as coisas! (rs)

O importante é que o amor e o carinho estão lá, com o passar do tempo parece que temos ficado mais próximos, tem sido estranho perceber que o peso da idade está chegando para ele, hoje já percebo que muitas vezes ele me espera para decidir algumas coisas, também noto alguma hesitação em alguns momentos. Mas isso nunca o impediu de me dizer que eu não sei trocar o pneu do carro direito, ou que preciso prestar mais atenção nas coisas, porque eu sou "bobinho". :P 

Eu provavelmente não vou ser pai nessa "encadernação", pelo menos não "no sentido clássico", mas acho que acabamos exercitando a paternidade de muitas formas ao longo da vida, e por isso mesmo, na minha profissão, eu acabo sendo um pouco pai em alguns momentos, de qualquer forma fico feliz por ter tido um bom modelo de pai!


"...Que apesar de termos 
Feito tudo o que fizemos 

Ainda somos os mesmos 
E vivemos 
Ainda somos os mesmos 
E vivemos 
Como os nossos pais..."
(COMO NOSSOS PAIS, Elis Regina)


Três coisas que meu pai já fez comigo... (fun facts)

  • Quando eu era bebê, meu pai foi trocar minha fralda e prendeu meu pipi com o alfinete, obviamente após a troca de fraldas eu não parava de chorar. Minha mãe saiu tirando toda a minha roupa, até que chegamos na fralda... Ele quase morreu de culpa! 

  • Na adolescência, ele me dava carona na volta para casa, e me esqueceu "algumas vezes" no cursinho. Segundo minha mãe, ele chegava, guardava o carro e ao entrar em casa, bastava ela perguntar por mim, que ele rodava no calcanhar e saia que nem um louco. A lembrança que eu tenho é a de uma vez, minha aula acabou... eu fiquei esperando, esperando, esperando, os alunos do noturno começavam a chegar, quando vejo o carro dele virando que nem um louco. :P

  • A maior pérola foi uma vez que nós saímos juntos para passear com os cachorros de casa, eu já era um mocinho crescido na época, e de repente o cachorro disparou... Ele mais que depressa, gritou meu o nome!!! Eu, que estava do lado dele, olhei sem entender nada, e ele mais que sem graça me olhou com uma cara que foi hilária!!! 

Pensando bem, acho que eu podia ter alguns "traumas" (rs).

Espero que todos vocês possam ter tido um bom dia dos pais, e aqueles que por alguma razão não estão com seu pai por perto, que possam ter tido uma boa e querida lembrança para aquecer este dia! 

Abração. Um 

Minhas Férias (Que eu não tive...)

Na minha cabeça, tudo acontecia de um outro ritmo, o clima parecia não ser o mesmo, as cores estavam mais vivas e havia um ar diferente pairando por aquela cidade tradicionalmente cinza. O relógio insistia em brincar com as horas, ao mesmo tempo, o desejo que elas passassem mais rápido desafiava a ansiedade pela vivência de cada fração daqueles minutos... Discursos ensaiados, gestos contidos, tudo organizado em meio ao caos que reinava entre os pensamentos naquele momento. Mas ainda assim, o sorriso de canto de boca, evidenciava a alegria que imperava naqueles dias.

Na realidade, nem tudo esteve colorido naqueles dias, primeiro o frio, seguido por uma garoa leve, e por fim, a chuva forte acabou por ditar o ritmo das coisas. As cores aos poucos foram se revelando em meio às conversas, os blocos de notas e um, ou outro, ou vários cafés. Regados pela chuva, planos e ideias, certezas e incertezas, brotaram da mesma forma como o sorriso no canto da boca, acabou por sempre estar lá.

Ao fim, do caminho, constatou-se o que talvez alguém já tivesse selado em algum outro plano, não haveria de ser a viagem planejada, mas sim, a viagem necessitada.



E cá estamos... após um longo e tenebroso inverno!

Eu na verdade não tive férias, pelo contrário, foi uma época bem agitada, para não falar que eu não aproveitei nada, um compromisso de trabalho me levou à São Paulo e daí, por sorte, eu me divirto trabalhando e com bons parceiros posso afirmar que foi uma ótima viagem. Entre um café e outro, além de por a conversa em dia, foi possível almoçar com uma velha amiga.

Já de volta, um mal estar associado à reação da vacina contra a gripe, me deixaram levemente baleado essa semana, mas... vamos que vamos...

Aos poucos vou colocando as visitas e as postagens em dia! 

E que venha o final de semana! :-)

“Todo jardim começa com um sonho de amor.
Antes que qualquer árvore seja plantada ou qualquer
lago construído é preciso que as árvores e os lagos
tenham nascido dentro da alma.
Quem não tem jardins por dentro,
não planta jardins 
por fora,
e nem passeia por eles.”
(RUBEM ALVES)

Um Amigo, Um Parabéns

Eu me considero um cara de muita sorte quando o assunto é amigos! Eu, que nunca fui "o popular", muito pelo contrário, tenho um baita orgulho quando olho ao meu redor e vejo as pessoas que me cercam. Por conta do trabalho do meu pai, acabei mudando de cidade algumas vezes enquanto crescia, o que aliado com minha timidez, não ajudou muito para que eu fosse de me enturmar muito fácil, por isso, eu não tenho aquele(s) amigo(s) de infância, ou então, aqueles amigos do tipo que se conhecem "de uma vida".

Mas eu sempre tive a sorte de conhecer pessoas bacanas e, principalmente, pessoas que me inspiram e estimulam a ser uma pessoa melhor. Seja pela postura, seja pelo conhecimento que possuem, seja pela própria pessoa, sempre encontrei apoio e o respaldo de bons amigos ao longo do meu caminho - tanto no âmbito profissional, quando no pessoal.

De verdade, verdade, eu não sei exatamente como tudo começou! [kkk]  Lembro que de alguma forma fui parar no seu antigo blogue, se bem o conheço, o primeiro comentário deve ter sido meu, pessoalmente, eu o conheceria algum tempo depois, em um almoço (Naquele famoso restaurante grego, que de grego não tem nada e onde a gente sempre escolhe comer o bacalhau! ahuahuahua).

Mas a verdade é que isso também pouco importa, o legal de tudo isso, é que desde então, os assuntos foram se multiplicando, e qualquer dia, é dia de celebrar a amizade com um bom papo e, sempre que possível, um bom café (em alguma boa padoca, de preferência)! 

E é isso que eu adoraria fazer hoje, já que é seu aniversário!!!


O Lucas, Ermão famoso do Edu, é aquele tipo de pessoa que tudo sabe... e o mais legal, não tem preguiça e nem soberba para ensinar e compartilhar o que sabe, isso inclui sua igualmente famosa listinha de cantores - o que ajudou a melhorar deveras os meus parcos conhecimentos musicais. Amigo como poucos, ele é aquele cara sempre disposto a conversar, a ouvir e mais que isso, em que podemos confiar! Dono de um espírito jovem, que talvez ele próprio não acredite possuir, é um parceirão de primeira hora - desde que tudo marcado e planejado. De qualquer forma, não tenho a menor dúvida que o mais velho nessa amizade, com certeza sou eu! 

Bom, discreto que só, ele vai me xingar um bocado por essa exposição!

Mas não poderia deixar passar essa data em branco, e mais que isso, não poderia deixar de registrar aqui os mais elevados protestos de estima por sua amizade, agradecendo por toda a paciência pelas consultas, e principalmente, por ser uma dessas pessoas especiais, capazes de inspirar aqueles que estão ao seu redor.

Que a vida lhe mantenha a saúde, lhe traga muitas alegrias e a força necessária para que encontre tudo aquilo que você deseja! 

Parabéns meu amigo! 

(Happy Birthday - Sufjan Stevens)

(Já que mesmo que tivesse um presente, seria difícil de entregar [kkk], vou deixar uma música de um cantor que eu aprendi contigo, espero passar "na prova"! Felicidades!!!)