Buenas!
Então... cá estou! Alive and Kicking...
Além de estar meio enrolado por conta do trabalho nesses últimos dias, confesso que ando meio preguiçoso para escrever... na verdade, ando pensando, pensando e por ai vai. De qualquer forma, esse final de semana eu vou por "as correspondências" em dia e retribuo as visitas e passo para ver "o pessoal".
Dia desses eu estava atrás de um arquivo e achei um texto que eu escrevi um dia desses, quem me lê a mais tempo já encontrou algumas postagens escritas à mão, quem me conhece um pouco mais de perto, já recebeu meus cartões analógico-digital [kkk]. Eu sou meio nostálgico para algumas coisas e uma delas é escrever... adoro canetas, adoro sentir a tinta molhar o papel e para mim é uma delícia ver as letras sendo desenhadas à flor da emoção... Por essa razão sendo uma postagem que estava "no limbo", é um texto que eu não terminei... mas sei lá... fica aí... Dizem que a letra revela muito sobre como somos, e já que o Cara Comum disse que eu ando mais "exibido" [kkk], lá vai...
Na verdade, o que eu iria dizer ao final, que o incomodo está na sensação desse sentimento tão grande e bonito, que se "desperdiça" a cada dia sem poder ser dado à alguém...
Enfim... That´s all folks!
Inté...
"Quando o amor o chamar
Se guie, embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados
E quando ele vos envolver com suas asas
Cedei-lhe, embora a espada oculta na sua plumagem possa feri-vos
E quando ele vos falar
Acreditai nele, embora a sua voz possa despedaçar vossos sonhos
como o vento devasta o jardim
Pois da mesma forma que o amor vos coroa, assim ele vos crucifica
E da mesma forma que contribui para o vosso crescimento
Trabalha para vossa poda
E da mesma forma que alcança vossa altura e acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol
Assim também desce até vossas raízes e a sacode no seu apego à terra
Como feixes de trigo ele vos aperta junto ao seu coração
Ele vos debulha para expor a vossa nudez
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas
Ele vos mói até extrema brancura
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis
Então ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma no pão místico do banquete divino
Todas essas coisas o amor operará em vos para que conheçais os segredos de vossos corações
E com esse conhecimento vos convertais no pão místico do banquete divino
Todavia se no vosso temor procurardes somente a paz do amor, o gozo do amor
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez, abandonásseis a ira do amor
Para entrar num mundo sem estações onde rireis, mas não todos os vossos risos
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas
O amor nada dá, se não de si próprio
E nada recebe, se não de si próprio
O amor não possui nem se deixa possuir
Pois o amor basta-se a si mesmo
Quando um de vós ama, que não diga 'Deus está no meu coração'
Mas que diga antes 'Eu estou no coração de Deus'
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor pois o amor se vos achar dignos determinará ele próprio vosso curso
O amor não tem outro desejo se não o de atingir a sua plenitude
Se contudo amardes e precisardes ter desejos
Sejam estes os vossos desejos
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho que canta sua melodia para a noite
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria
De acordardes na aurora com o coração alado e agradecerdes por um novo dia de amor
De descansardes ao meio-dia e meditardes sobre o êxtase do amor
De voltardes pra casa à noite com gratidão
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado
E nos lábios uma canção de bem-aventurança"